sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Bicicletada de Outubro :: Venha pedalar no Raloim do Saci!

A Bicicletada (Critical Mass) de São Paulo acontece toda última sexta-feira do mês, faça chuva ou faça sol!

A concentração lúdico-educativa começa às 18h.

Às 20h, Massa Crítica pelas ruas.


O ponto de encontro é a Praça do Ciclista, na Avenida Paulista
(mapa).

Se preferir ir acompanhado até a Paulista, junte-se a algum dos grupos perto do seu bairro e vá de bonde.

Confira os bondes locais ao lado de cada data ou veja as linhas permanentes.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Equipamentos :: Calças que brilham no escuro


Parecem calças khaki normais, usáveis no trabalho, mas sãofeitas especialmente para quem anda de bicicleta. É só virar a barra das pernas - um material brilhante que reflete os faróis dos automóveis.

O bolsos de trás podem ser puxados para fora - também refletem. Impossível nao ser visto pelos motoristas de carro. As calças foram batizadas 'Bike to Work e custam USD 95 aqui. Clique na imagem abaixo para ver um vídeo com um ciclista em ação


Bike 2 Work Pants from Cordarounds on Vimeo.


Fonte::BlueBus

domingo, 28 de setembro de 2008

Bicicletada SP :: Dia Mundial Sem Carro

.:Confira o vídeo da Bicicletada do Dia Mundial Sem Carro:.


sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Bicicletada :: É hoje, participe!

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

CicloTurismo :: São Paulo - Sorocaba ( Mais Vídeos)

Consegui, finalmente, subir os vídeos que faltavam para o Youtube! Espero que gostem!

.:VÍDEO 3:.


.:VÍDEO 4:.


.:VÍDEO 5:.


.:VÍDEO 6:.


.:VÍDEO 7:.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

CicloTurismo :: São Paulo - Sorocaba (Vídeos)

PessoAll:

Aos poucos estou conseguindo editar os vídeos da viagem para Sorocaba, conforme for finalizando vou colocando aqui nesse post. Espero que gostem!

Relato da Viagem


.:VÍDEO 1:.




.:VÍDEO 2:.


quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Desafio Intermodal :: Bicicleta ganha pelo segundo ano consecutivo

Percurso de 12,3 km, do Brooklin ao centro de carro, levou 1h51; pessoa que foi a pé chegou em 2h13 e a bicicleta levou 36 minutos.


Mesmo com as restrições para caminhões no centro expandido de São Paulo, o carro enfrentou um grande congestionamento e terminou nas últimas colocações no terceiro desafio intermodal. Doze participantes, em diferentes meios de locomoção, saíram às 18h22 da Praça General Gentil Falcão, no Brooklin, zona sul, e se dirigiram para a Prefeitura, no centro. Pelo segundo ano seguido, as bicicletas chegaram à frente.

O ciclista Márcio Campos, de 41 anos, fez o percurso de 12,3 km em 36 minutos, por vias tranqüilas. "Mesmo fora dos grandes eixos, peguei congestionamentos, mas fui cortando pelo Parque do Ibirapuera e por outras ruas mais calmas", diz Campos, que foi um minuto mais rápido que o vencedor do ano passado - um ciclista que utilizou vias movimentadas.

Depois dele, chegaram outros quatro ciclistas. Juntos, com um tempo de 42 minutos, apareceram os representantes masculino e feminino que pedalaram por vias mais agitadas. Segundo eles, a principal causa do atraso em relação ao primeiro colocado foi o congestionamento. "Tem muito carro nas vias e aí não sobra nem os cantos para as bicicletas", diz a estudante Juliana Mateus, de 25 anos. Na seqüência, chegaram a ciclista feminina que passou por vias tranqüilas e outro ciclista que utilizou uma bicicleta dobrável para interligar com ônibus, levando 49 e 59 minutos, respectivamente.
A vereadora Soninha foi a primeira representante de veículo motorizado (moto) a chegar. Com 1h04 de percurso, ela reclamou que ficou a maior parte do tempo parada na Avenida Luís Carlos Berrini, antes de chegar à Juscelino Kubitschek.

A farmacêutica Ana Paula Neumann, que foi de carro para o centro, e o psicólogo Matias Mickenhagen, que utilizou ônibus, chegaram juntos, com 1h51. "Eu só peguei a Avenida 23 de Maio livre e acho que foi porque já estava fora do horário de pico. O resto estava tudo parado", diz Ana Paula. Já a principal reclamação de Mickenhagen foi ficar a maior parte do trajeto de pé, uma vez que o ônibus estava lotado.

Os últimos a chegar foram uma pessoa que fez o percurso a pé - 2h13 - e o que integrou metrô com bicicleta. "Isso é para as pessoas verem que existem alternativas para o automóvel", diz André Pasqualini, do movimento Bicicletada, um dos organizadores do desafio.

Fonte::Estado

Manifesto dos Invisíveis

Motorista, o que você faria se dissessem que você só pode dirigir em algumas vias especiais, porque seu carro não possui airbags? E que, onde elas não existissem, você não poderia transitar?

Para nós, cidadãos que utilizam a bicicleta como meio de transporte, é esse o sentimento ao ouvir que "só será seguro pedalar em São Paulo quando houver ciclovias", ou que "a bicicleta atrapalha o trânsito". Precisamos pedalar agora. E já pedalamos! Nós e mais 300 mil pessoas, diariamente. Será que deveríamos esperar até 2020, ano em que Eduardo Jorge (secretário do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo) estima que teremos 1.000 quilômetros de ciclovias? Se a cidade tem mais de 17 mil quilômetros de vias, pelo menos 94% delas continuarão sem ciclovia. Como fazer quando precisarmos passar por alguma dessas vias? Carregar a bicicleta nas costas até a próxima ciclovia? Empurrá-la pela calçada?

Ciclovia é só uma das possibilidades de infra-estrutura existentes para o uso da bicicleta. Nosso sistema viário, assim como a cidade, foi pensado para os carros particulares e, quando não ignora, coloca em segundo plano os ônibus, pedestres e ciclistas. Não precisamos de ciclovias para pedalar, assim como carros e caminhões não precisam ser separados. O ciclista tem o direito legal de pedalar por praticamente todas as vias, e ainda tem a preferência garantida pelo Código de Trânsito Brasileiro sobre todos os veículos motorizados. A evolução do ciclismo como transporte é marca de cidadania na Europa e de funcionalidade na China. Já temos, mesmo na América do Sul, grandes exemplos de soluções criativas: Bogotá e Curitiba.

Não clamamos por ciclovias, clamamos por respeito. As leis de trânsito colocam em primeiro plano o respeito à vida. As ruas são públicas e devem ser compartilhadas entre todos os veículos, como manda a lei e reza o bom senso. Porém, muitas pessoas não se arriscam a pedalar por medo da atitude violenta de alguns motoristas. Estes motoristas felizmente são minoria, mas uma minoria que assusta e agride.

A recente iniciativa do Metrô de emprestar bicicletas e oferecer bicicletários é importante. Atende a uma carência que é relegada pelo poder público: a necessidade de espaço seguro para estacionar as bikes. Em vez de ciclovias, a instalação de bicicletários deveria vir acompanhada de uma campanha de educação no trânsito e um trabalho de sinalização de vias, para informar aos motoristas que ciclistas podem e devem circular nas ruas da nossa cidade. Nos cursos de habilitação não há sequer um parágrafo sobre proteger o ciclista, sobre o veículo maior sempre zelar pelo menor. Eventualmente cita-se a legislação a ser decorada, sem explicá-la adequadamente. E a sinalização, quando existe, proíbe a bicicleta, nunca comunica os motoristas sobre o compartilhamento da via, regulamenta seu uso ou indica caminhos alternativos para o ciclista. A ausência de sinalização deseduca os motoristas porque não legitima a presença da bicicleta nas vias públicas.

A insistência em afirmar que as ruas serão seguras para as bicicletas somente quando houver milhares de quilômetros de ciclovias parece a desculpa usada por muitos motoristas para não deixar o carro em casa. "Só mudarei meus hábitos quando tiver metrô na porta de casa", enquanto continuam a congestionar e poluir o espaço público, esperando que outros resolvam seus problemas, em vez de tomar a iniciativa para construir uma solução.

Não podemos e não vamos esperar. Precisamos usar nossas bicicletas já, dentro da lei e com segurança. Vamos desde já contribuir para melhorar a qualidade de vida da nossa cidade. Vamos liberar espaços no trânsito e não poluir o ar. Vamos fazer bem para a saúde (de todos) e compartilhar, com os que ainda não experimentaram, o prazer de pedalar.

Preferimos crer que podemos fazer nossa cidade mais humana, do que acreditar que a solução dos nossos problemas é alimentar a segregação com ciclovias. Existem alternativas mais rápidas e soluções que serão benéficas a todos, se pudermos nos unir para construirmos juntos uma cidade mais humana.

A rua é de todos. A cidade também.

Nós, que também somos o trânsito:

Alberto Pellegrini
Alexandre Afonso
Alexandre Catão
Alexandre Loschiavo (Sampabiketour - www.sampabiketour.blogspot.com)
Alex Gomes ( U-Biker )
Alonzo "chascon" Zarzosa (Terrorista Latino - www.terroristalatino.blogspot.com)
Ana Paula Cross Neumann (Aninha - http://aninhaneumann.blogspot.com/)
André Pasqualini (CicloBR - http://www.ciclobr.com.br)
Antonio Lacerda Miotto (Pedalante - http://www.pedalante.blogspot.com/)
Aylons Hazzud
Ayrton Sena Santos do Nascimento
Bruno Canesi Morino
Bruno Gola
Carolina Spillari
Célia Choairy de Moraes
Chantal Bispo (Eu vou voando - http://www.euvouvoando.blogspot.com/)
Daniel Ingo Haase ( FAHRRAD - http://www.fahrad.multiply.com/ )
Daniel Albuquerque
Danilo May
Eduardo Lopes Merege
Eduardo Marques Grigoletto (CicloAtivando - http://cicloativando.blogspot.com/ )
Fabrício Zuccherato (pedal-driven - http://pedaldriven.wordpress.com/)
Flávio "Xavero" Coelho
Felipe Aragonez (Falanstérios - http://www.falansterios.blogspot.com/)
Felipe Martins Pereira Ribeiro
Fernando Guimarães Norte
Gustavo Fonseca Meyer
Hélio Wicher Neto
Jeanne Freitas Gibson
João Guilherme Lacerda
José Alberto F. Monteiro
Juliana Mateus
Juliana Diehl
Jupercio Juliano de Almeida Garcia
Laércio Luiz Muniz(Onipresente Ausente - http://outforlunch.blogspot.com)
Leandro Cascino Repolho
Leandro Kruszielski (meandros - http://meandros.wordpress.com/)
Leonardo Américo Cuevas Neira
Luciano César Marinho
Lucien Constantino
Luis Sorrilha (BIGSP - http://bigsp.blogspot.com/)
Luiz Humberto Sanches Farias
Marcelo Império Grillo (MIG)
Márcia Regina de Andrade Prado
Márcio Campos
Mário Canna Pires
Matias Mignon Mickenhagen
Mathias Fingermann
Maurício Rodrigues de Souza
Otávio Remedio
Paula Cinquetti
Polly Rosa
Renata Falzoni (falzoni.com - nightbikers - espn/renatafalzoni )
Renato Panzoldo
Ricardo Shiota Yasuda
Rodrigo Sampaio Primo
Ronaldo Toshio
Silvio Duarte Moris
Silvio Tambara
Thiago Benicchio (Apocalipse Motorizado - http://apocalipsemotorizado.net/)
Vado Gonçalves (cicloativismo - www.moonlightbikers.com.br)
Vitor Leal Pinheiro (Quintal - http://nossoquintal.org/)
Willian Cruz (Vá de Bike! - http://freeride.blig.com.br/)
Beto Marcicano (Super Ação! - http://superacaoblog.blogspot.com/)


Dia Mundial Sem Carro :: Encontro sobre mobilidade urbana e qualidade de vida na cidade

Os candidatos à Prefeitura e São Paulo - Gilberto Kassab (DEM), Geraldo Alckmin (PSDB), Edmilson Costa (PCB), Ivan Valente (PSOL), Renato Reichmann (PMN) e Soninha Francine (PPS) – vão participar do encontro sobre mobilidade urbana e qualidade de vida na cidade, que marcará o Dia Mundial Sem Carro, em 22 de setembro. Os candidatos serão convidados a falar sobre as propostas de políticas públicas para o próximo mandato fim de melhorar as condições de mobilidade dos paulistanos.

O encontro será realizado das 10h às 12h, no Teatro Anchieta do Sesc Consolação, Rua Dr. Vila Nova, 245.

A programação inclui também um ato público a favor do diesel mais limpo, de 12h às 13h. O objetivo é garantir o cumprimento integral e inadiável da resolução 315/2002 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), que prevê a comercialização em todo o País do diesel com dez vezes menos enxofre do que o vendido atualmente, a partir de janeiro de 2009. Atualmente a concentração nas cidades é de 500 partículas por milhão de enxofre e no interior de 2.000. Representantes de ONGs, profissionais da saúde, movimentos sociais e personalidades terão espaço para se manifestar no ato público. Participe e ajude a divulgar!

CicloCine :: Still We Ride


Na véspera do Dia Mundial Sem Carro, acontece mais uma sessão do CicloCine.

Desta vez, o prato principal é o vídeo "Still We Ride" (leia a sinopse abaixo).

A sessão começa às 19h, com o tradicional aperitivo de CicloCurtas (vídeos sobre bicicleta e mobilidade humana no Brasil e no mundo).

O CicloCine é gratuito e acontece no Espaço Contraponto (r. Medeiros de Albuquerque, 55 - Vila Madalena)

Veja como foi a primeira sessão do CicloCine: http://www.bicicletada.org/CicloCine001

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Still We Ride - Elizabeth Press, Andrew Lynn, Christopher Ryan (EUA, 2005, 37' - legendas em português)

Na sexta-feira,27 de Agosto de 2004, poucos dias antes da convenção republicana, uma operação massiva da polícia resultou em 264 pessoas presas, uma maiores prisões em massa da história de Nova Iorque. Para muitos novaiorquinos, Agosto de 2004 foi a primeira vez que eles ouviram falar do ritual mensal da comunidade ciclística da cidade; uma pedalada livre chamada Critical Mass (Massa Crítica).

Still We Ride captura a atmosfera de descontração daquela noite de agosto, antes das prisões, e o caos que se sucedeu. Conta novamente a história das origens do Critical Mass em São Francisco e relata a batalha nos tribunais que se arrastou por mais de um ano depois das prisões, e que se transformou em uma batalha mensal entre autoridades locais e os ciclistas. Liberdades civis, vigilância, poder da mídia corporativa e os benefícios dos meios alternativos de transporte são alguns dos temas dessa história.