terça-feira, 30 de setembro de 2008

Equipamentos :: Calças que brilham no escuro


Parecem calças khaki normais, usáveis no trabalho, mas sãofeitas especialmente para quem anda de bicicleta. É só virar a barra das pernas - um material brilhante que reflete os faróis dos automóveis.

O bolsos de trás podem ser puxados para fora - também refletem. Impossível nao ser visto pelos motoristas de carro. As calças foram batizadas 'Bike to Work e custam USD 95 aqui. Clique na imagem abaixo para ver um vídeo com um ciclista em ação


Bike 2 Work Pants from Cordarounds on Vimeo.


Fonte::BlueBus

domingo, 28 de setembro de 2008

Bicicletada SP :: Dia Mundial Sem Carro

.:Confira o vídeo da Bicicletada do Dia Mundial Sem Carro:.


sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Bicicletada :: É hoje, participe!

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

CicloTurismo :: São Paulo - Sorocaba ( Mais Vídeos)

Consegui, finalmente, subir os vídeos que faltavam para o Youtube! Espero que gostem!

.:VÍDEO 3:.


.:VÍDEO 4:.


.:VÍDEO 5:.


.:VÍDEO 6:.


.:VÍDEO 7:.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

CicloTurismo :: São Paulo - Sorocaba (Vídeos)

PessoAll:

Aos poucos estou conseguindo editar os vídeos da viagem para Sorocaba, conforme for finalizando vou colocando aqui nesse post. Espero que gostem!

Relato da Viagem


.:VÍDEO 1:.




.:VÍDEO 2:.


quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Desafio Intermodal :: Bicicleta ganha pelo segundo ano consecutivo

Percurso de 12,3 km, do Brooklin ao centro de carro, levou 1h51; pessoa que foi a pé chegou em 2h13 e a bicicleta levou 36 minutos.


Mesmo com as restrições para caminhões no centro expandido de São Paulo, o carro enfrentou um grande congestionamento e terminou nas últimas colocações no terceiro desafio intermodal. Doze participantes, em diferentes meios de locomoção, saíram às 18h22 da Praça General Gentil Falcão, no Brooklin, zona sul, e se dirigiram para a Prefeitura, no centro. Pelo segundo ano seguido, as bicicletas chegaram à frente.

O ciclista Márcio Campos, de 41 anos, fez o percurso de 12,3 km em 36 minutos, por vias tranqüilas. "Mesmo fora dos grandes eixos, peguei congestionamentos, mas fui cortando pelo Parque do Ibirapuera e por outras ruas mais calmas", diz Campos, que foi um minuto mais rápido que o vencedor do ano passado - um ciclista que utilizou vias movimentadas.

Depois dele, chegaram outros quatro ciclistas. Juntos, com um tempo de 42 minutos, apareceram os representantes masculino e feminino que pedalaram por vias mais agitadas. Segundo eles, a principal causa do atraso em relação ao primeiro colocado foi o congestionamento. "Tem muito carro nas vias e aí não sobra nem os cantos para as bicicletas", diz a estudante Juliana Mateus, de 25 anos. Na seqüência, chegaram a ciclista feminina que passou por vias tranqüilas e outro ciclista que utilizou uma bicicleta dobrável para interligar com ônibus, levando 49 e 59 minutos, respectivamente.
A vereadora Soninha foi a primeira representante de veículo motorizado (moto) a chegar. Com 1h04 de percurso, ela reclamou que ficou a maior parte do tempo parada na Avenida Luís Carlos Berrini, antes de chegar à Juscelino Kubitschek.

A farmacêutica Ana Paula Neumann, que foi de carro para o centro, e o psicólogo Matias Mickenhagen, que utilizou ônibus, chegaram juntos, com 1h51. "Eu só peguei a Avenida 23 de Maio livre e acho que foi porque já estava fora do horário de pico. O resto estava tudo parado", diz Ana Paula. Já a principal reclamação de Mickenhagen foi ficar a maior parte do trajeto de pé, uma vez que o ônibus estava lotado.

Os últimos a chegar foram uma pessoa que fez o percurso a pé - 2h13 - e o que integrou metrô com bicicleta. "Isso é para as pessoas verem que existem alternativas para o automóvel", diz André Pasqualini, do movimento Bicicletada, um dos organizadores do desafio.

Fonte::Estado

Manifesto dos Invisíveis

Motorista, o que você faria se dissessem que você só pode dirigir em algumas vias especiais, porque seu carro não possui airbags? E que, onde elas não existissem, você não poderia transitar?

Para nós, cidadãos que utilizam a bicicleta como meio de transporte, é esse o sentimento ao ouvir que "só será seguro pedalar em São Paulo quando houver ciclovias", ou que "a bicicleta atrapalha o trânsito". Precisamos pedalar agora. E já pedalamos! Nós e mais 300 mil pessoas, diariamente. Será que deveríamos esperar até 2020, ano em que Eduardo Jorge (secretário do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo) estima que teremos 1.000 quilômetros de ciclovias? Se a cidade tem mais de 17 mil quilômetros de vias, pelo menos 94% delas continuarão sem ciclovia. Como fazer quando precisarmos passar por alguma dessas vias? Carregar a bicicleta nas costas até a próxima ciclovia? Empurrá-la pela calçada?

Ciclovia é só uma das possibilidades de infra-estrutura existentes para o uso da bicicleta. Nosso sistema viário, assim como a cidade, foi pensado para os carros particulares e, quando não ignora, coloca em segundo plano os ônibus, pedestres e ciclistas. Não precisamos de ciclovias para pedalar, assim como carros e caminhões não precisam ser separados. O ciclista tem o direito legal de pedalar por praticamente todas as vias, e ainda tem a preferência garantida pelo Código de Trânsito Brasileiro sobre todos os veículos motorizados. A evolução do ciclismo como transporte é marca de cidadania na Europa e de funcionalidade na China. Já temos, mesmo na América do Sul, grandes exemplos de soluções criativas: Bogotá e Curitiba.

Não clamamos por ciclovias, clamamos por respeito. As leis de trânsito colocam em primeiro plano o respeito à vida. As ruas são públicas e devem ser compartilhadas entre todos os veículos, como manda a lei e reza o bom senso. Porém, muitas pessoas não se arriscam a pedalar por medo da atitude violenta de alguns motoristas. Estes motoristas felizmente são minoria, mas uma minoria que assusta e agride.

A recente iniciativa do Metrô de emprestar bicicletas e oferecer bicicletários é importante. Atende a uma carência que é relegada pelo poder público: a necessidade de espaço seguro para estacionar as bikes. Em vez de ciclovias, a instalação de bicicletários deveria vir acompanhada de uma campanha de educação no trânsito e um trabalho de sinalização de vias, para informar aos motoristas que ciclistas podem e devem circular nas ruas da nossa cidade. Nos cursos de habilitação não há sequer um parágrafo sobre proteger o ciclista, sobre o veículo maior sempre zelar pelo menor. Eventualmente cita-se a legislação a ser decorada, sem explicá-la adequadamente. E a sinalização, quando existe, proíbe a bicicleta, nunca comunica os motoristas sobre o compartilhamento da via, regulamenta seu uso ou indica caminhos alternativos para o ciclista. A ausência de sinalização deseduca os motoristas porque não legitima a presença da bicicleta nas vias públicas.

A insistência em afirmar que as ruas serão seguras para as bicicletas somente quando houver milhares de quilômetros de ciclovias parece a desculpa usada por muitos motoristas para não deixar o carro em casa. "Só mudarei meus hábitos quando tiver metrô na porta de casa", enquanto continuam a congestionar e poluir o espaço público, esperando que outros resolvam seus problemas, em vez de tomar a iniciativa para construir uma solução.

Não podemos e não vamos esperar. Precisamos usar nossas bicicletas já, dentro da lei e com segurança. Vamos desde já contribuir para melhorar a qualidade de vida da nossa cidade. Vamos liberar espaços no trânsito e não poluir o ar. Vamos fazer bem para a saúde (de todos) e compartilhar, com os que ainda não experimentaram, o prazer de pedalar.

Preferimos crer que podemos fazer nossa cidade mais humana, do que acreditar que a solução dos nossos problemas é alimentar a segregação com ciclovias. Existem alternativas mais rápidas e soluções que serão benéficas a todos, se pudermos nos unir para construirmos juntos uma cidade mais humana.

A rua é de todos. A cidade também.

Nós, que também somos o trânsito:

Alberto Pellegrini
Alexandre Afonso
Alexandre Catão
Alexandre Loschiavo (Sampabiketour - www.sampabiketour.blogspot.com)
Alex Gomes ( U-Biker )
Alonzo "chascon" Zarzosa (Terrorista Latino - www.terroristalatino.blogspot.com)
Ana Paula Cross Neumann (Aninha - http://aninhaneumann.blogspot.com/)
André Pasqualini (CicloBR - http://www.ciclobr.com.br)
Antonio Lacerda Miotto (Pedalante - http://www.pedalante.blogspot.com/)
Aylons Hazzud
Ayrton Sena Santos do Nascimento
Bruno Canesi Morino
Bruno Gola
Carolina Spillari
Célia Choairy de Moraes
Chantal Bispo (Eu vou voando - http://www.euvouvoando.blogspot.com/)
Daniel Ingo Haase ( FAHRRAD - http://www.fahrad.multiply.com/ )
Daniel Albuquerque
Danilo May
Eduardo Lopes Merege
Eduardo Marques Grigoletto (CicloAtivando - http://cicloativando.blogspot.com/ )
Fabrício Zuccherato (pedal-driven - http://pedaldriven.wordpress.com/)
Flávio "Xavero" Coelho
Felipe Aragonez (Falanstérios - http://www.falansterios.blogspot.com/)
Felipe Martins Pereira Ribeiro
Fernando Guimarães Norte
Gustavo Fonseca Meyer
Hélio Wicher Neto
Jeanne Freitas Gibson
João Guilherme Lacerda
José Alberto F. Monteiro
Juliana Mateus
Juliana Diehl
Jupercio Juliano de Almeida Garcia
Laércio Luiz Muniz(Onipresente Ausente - http://outforlunch.blogspot.com)
Leandro Cascino Repolho
Leandro Kruszielski (meandros - http://meandros.wordpress.com/)
Leonardo Américo Cuevas Neira
Luciano César Marinho
Lucien Constantino
Luis Sorrilha (BIGSP - http://bigsp.blogspot.com/)
Luiz Humberto Sanches Farias
Marcelo Império Grillo (MIG)
Márcia Regina de Andrade Prado
Márcio Campos
Mário Canna Pires
Matias Mignon Mickenhagen
Mathias Fingermann
Maurício Rodrigues de Souza
Otávio Remedio
Paula Cinquetti
Polly Rosa
Renata Falzoni (falzoni.com - nightbikers - espn/renatafalzoni )
Renato Panzoldo
Ricardo Shiota Yasuda
Rodrigo Sampaio Primo
Ronaldo Toshio
Silvio Duarte Moris
Silvio Tambara
Thiago Benicchio (Apocalipse Motorizado - http://apocalipsemotorizado.net/)
Vado Gonçalves (cicloativismo - www.moonlightbikers.com.br)
Vitor Leal Pinheiro (Quintal - http://nossoquintal.org/)
Willian Cruz (Vá de Bike! - http://freeride.blig.com.br/)
Beto Marcicano (Super Ação! - http://superacaoblog.blogspot.com/)


Dia Mundial Sem Carro :: Encontro sobre mobilidade urbana e qualidade de vida na cidade

Os candidatos à Prefeitura e São Paulo - Gilberto Kassab (DEM), Geraldo Alckmin (PSDB), Edmilson Costa (PCB), Ivan Valente (PSOL), Renato Reichmann (PMN) e Soninha Francine (PPS) – vão participar do encontro sobre mobilidade urbana e qualidade de vida na cidade, que marcará o Dia Mundial Sem Carro, em 22 de setembro. Os candidatos serão convidados a falar sobre as propostas de políticas públicas para o próximo mandato fim de melhorar as condições de mobilidade dos paulistanos.

O encontro será realizado das 10h às 12h, no Teatro Anchieta do Sesc Consolação, Rua Dr. Vila Nova, 245.

A programação inclui também um ato público a favor do diesel mais limpo, de 12h às 13h. O objetivo é garantir o cumprimento integral e inadiável da resolução 315/2002 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), que prevê a comercialização em todo o País do diesel com dez vezes menos enxofre do que o vendido atualmente, a partir de janeiro de 2009. Atualmente a concentração nas cidades é de 500 partículas por milhão de enxofre e no interior de 2.000. Representantes de ONGs, profissionais da saúde, movimentos sociais e personalidades terão espaço para se manifestar no ato público. Participe e ajude a divulgar!

CicloCine :: Still We Ride


Na véspera do Dia Mundial Sem Carro, acontece mais uma sessão do CicloCine.

Desta vez, o prato principal é o vídeo "Still We Ride" (leia a sinopse abaixo).

A sessão começa às 19h, com o tradicional aperitivo de CicloCurtas (vídeos sobre bicicleta e mobilidade humana no Brasil e no mundo).

O CicloCine é gratuito e acontece no Espaço Contraponto (r. Medeiros de Albuquerque, 55 - Vila Madalena)

Veja como foi a primeira sessão do CicloCine: http://www.bicicletada.org/CicloCine001

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Still We Ride - Elizabeth Press, Andrew Lynn, Christopher Ryan (EUA, 2005, 37' - legendas em português)

Na sexta-feira,27 de Agosto de 2004, poucos dias antes da convenção republicana, uma operação massiva da polícia resultou em 264 pessoas presas, uma maiores prisões em massa da história de Nova Iorque. Para muitos novaiorquinos, Agosto de 2004 foi a primeira vez que eles ouviram falar do ritual mensal da comunidade ciclística da cidade; uma pedalada livre chamada Critical Mass (Massa Crítica).

Still We Ride captura a atmosfera de descontração daquela noite de agosto, antes das prisões, e o caos que se sucedeu. Conta novamente a história das origens do Critical Mass em São Francisco e relata a batalha nos tribunais que se arrastou por mais de um ano depois das prisões, e que se transformou em uma batalha mensal entre autoridades locais e os ciclistas. Liberdades civis, vigilância, poder da mídia corporativa e os benefícios dos meios alternativos de transporte são alguns dos temas dessa história.


terça-feira, 16 de setembro de 2008

Ciclistas pintam bicicleta no asfalto da Avenida Paulista :: Defensores das bicicletas buscam reafirmar direito de circular


Faixa na Avenida Paulista foi transformada em ciclofaixa por ciclistas. Grupo afirma que já pintou mais de 70 km em São Paulo. (Foto: Paulo Guilherme/G1)


Do G1, em São Paulo

Os ciclistas de São Paulo têm utilizado a pintura de um símbolo que representa uma bicicleta como forma de reafirmar o direito de circulação em meio aos carros. Segundo o ciclo-ativista André Pasqualini, 70 km de vias já foram "adaptados" por iniciativas dos próprios ciclistas. Ele diz que a intervenção não é feita por um grupo organizado, mas livremente por freqüentadores da Bicicletada, uma reunião que acontece a cada última sexta-feira do mês, sempre às 18h, na Avenida Paulista.

“Não é um protesto, é uma maneira de informar os motoristas que mandam a gente circular em outro lugar de que a lei permite que a gente ande na rua. O que atrapalha o trânsito não é o ciclista, é o excesso de carros”, afirma.

Na Paulista, a intervenção, segundo André, também foi feita segundo a lei: em uma via com corredor de ônibus à direita, os ciclistas devem circular na faixa ao lado. Procurada pelo G1, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e a Secretaria Municipail de Transportes (SMT) não souberam informar se a prática poderia ser considerada legal.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Ciclista Cidadão :: Metrô amplia horários

Na próxima quarta-feira, dia 17, os ciclistas poderão viajar com suas bicicletas nos trens do Metrô em todos os dias da semana, a partir das 20h30.

O acesso será para no máximo 4 bicicletas por trem, embarcadas sempre no último vagão.

Fins de semana e feriados

O horário para os ciclistas usarem o sistema metroviário também foi ampliado. Com início previsto para o dia 20 de setembro, o novo horário dos sábados irá das 14h até o final da operação comercial (uma hora da manhã de domingo). Aos domingos e feriados, está garantido o acesso dos ciclistas durante todo o funcionamento do sistema: de 4h40 à meia-noite.

Na CPTM, os horários de acesso também serão ampliados. Aos sábados, assim como no Metrô, os ciclistas poderão entrar com as bikes a partir das 14h. O acesso será permitido até a uma da manhã. Nos domingos e feriados, a permissão valerá para o dia todo.

Na CPTM, a entrada com as bicicletas só é permitida aos sábados, domingos e feriados. Aos sábados, os ciclistas poderão entrar com as bikes a partir das 14h e terão o acesso permitido até a 1 hora da manhã. Nos domingos e feriados, a permissão valerá para o dia todo.

Metrô incentiva o uso da bicicleta

Até o fim de setembro, o Metrô concluirá a primeira fase do programa que incentiva o uso de bicicletas. Serão disponibilizados para os usuários sete novos bicicletários e oito pára-ciclos (estruturas para acorrentar bicicletas), além do serviço de empréstimo de bicicleta. Para viabilizar a ação, o Metrô firmou parceria com o Instituto Parada Vital, que promove o uso da bicicleta para lazer e como meio de transporte alternativo.

A exemplo do que ocorre em Paris, uma das cidades pioneiras na implantação desse sistema, o usuário receberá bicicleta, capacete e cadeado, podendo devolvê-los em qualquer bicicletário do sistema até as 20 horas do dia da retirada. Os primeiros 30 minutos serão gratuitos. Após esse período, serão cobrados R$ 2,00 por hora e diária de R$ 50,00. Inicialmente, serão 80 bicicletas, distribuídas em oito bicicletários. Para utilizar o serviço, o interessado deverá preencher cadastro, assinar um Termo de Responsabilidade e apresentar o cartão de crédito.

Além do empréstimo de bike, essa fase do programa contará com oito bicicletários, que juntos oferecerão 350 vagas: sete novos mais a unidade Guilhermina-Esperança que opera desde abril de 2007 e conta com 100 vagas. Os bicicletários de Corinthians-Itaquera e Carrão já estão prontos e também oferecem 100 vagas cada um. Cinco outras unidades serão implantadas nas estações Vila Mariana, Paraíso e Sé (Linha 1-Azul) Anhangabaú e Marechal Deodoro (Linha 3-Vermelha), com 10 vagas para acomodação de bikes em cada unidade.

Os pára-ciclos serão instalados em sete estações, com 30 vagas por unidade, totalizando 210 lugares: Belém, Penha, Vila Matilde, Artur Alvim (Linha 3-Vermelha) Capão Redondo, Campo Limpo e Vila das Belezas (Linha 5-Lilás).

O uso dos bicicletários e dos pára-ciclos é gratuito e a operação dos dois serviços de responsabilidade do Instituto Parada Vital, que conta com o apoio da Companhia Porto Seguro. No caso dos bicicletários, é necessário cadastrar-se apresentando um documento com foto. Uma etiqueta numerada de identificação será afixada na bicicleta e ele receberá um cartão de controle contendo a mesma numeração. Já os usuários dos pára-ciclos deverão levar cadeado e corrente próprios para imobilizarem a bike.

A segunda fase do projeto deverá instalar bicicletários em mais sete estações: Liberdade, São Bento e Tiradentes (Linha 1-Azul) Sumaré (Linha-2) Santa Cecília, Brás e Palmeira-Barra Funda (Linha 3-Vermelha).

domingo, 14 de setembro de 2008

Bike Trip :: São Paulo - Sorocaba

Depois de perder o Pedal Cultural e ficar babando nas mensagens e fotos  sobre esse passeio na lista da Bicicletada, prometi para mim mesmo que não perderia por nada no mundo a viagem até Sorocaba, nem que chovesse canivete eu estaria dessa vez junto com o pessoal em mais uma aventura.

Quase que me arrependo de ter dito isso pois no sábado acordei, abri a janela e o tempo estava horrível! Nublado, frio e com cara de chuva de canivete! Olhei para a minha cama quentinha, para a bike toda pronta para encarar o desafio e resolvi deixar a preguiça de lado e também não ficar pensando muito no que eu estava fazendo e me mandei rumo à Praça do Ciclista, ponto de partida e de encontro de quem ia na viagem.

Saí um pouco atrasado de casa devido a alguns contratempos e no meio do caminho percebi que não estaria no ponto de encontro no horário combinado, 7:00 da manhã.  Mesmo assim decidi seguir no meu ritmo e ver no que ia dar e acabei chegando lá às 7:20 e não acreditei quando vi o bando de gente que estava reunida lá na praça. Eu imaginava que estaríamos em uns poucos gatos pingados, ainda mais com o tempo do jeito que estava.

Logo começamos a sentir uns pingos e decidimos ir seguindo o caminho e entrando em contato por telefone com quem não havia chegado. Fomos saindo da cidade, pedalando e conversando e quando vi já estávamos chegando na entrada da Rodovia Castello Branco, que foi até simples de se acessar num grupo de 22 pessoas como estávamos, mas sozinho imagino que deva ser um pouco complicado.

Fomos seguindo e nos afastando da cidade, acompanhados pelo tempo cinza e alguns pingos que não podiam ser considerados  necessariamente uma chuva mas que me impediam de fotografar e filmar o começo de nossa aventura, uma pena, ainda mais depois de ter passado a noite anterior fazendo alguns ajustes no suporte que montei para prender a câmera no guidon da bike.

Apesar de estar fazendo uma coisa que eu sempre tive vontade de fazer, uma viagem de bicicleta, confesso que o começo não foi muito legal pois o grande número de caminhões que passam em alta velocidade,  fazendo um barulho infernal e a sujeira do acostamento me deixaram um pouco tenso. Mas ao nos afastarmos um pouco da capital isso foi melhorando e a viagem se tornando cada vez mais agradável. Tivemos apenas um pequeno incidente no início que foi a queda de uma das meninas que estava no grupo, ganhando um susto e alguns ralados, mas logo ela estava pedalando de novo.

Por volta do Km 30 da viagem, o tempo fechou de vez e por sorte havia um posto Graal ao lado da estrada onde resolvemos dar uma parada, e logo depois que encostamos São Pedro mandou uma baita de uma chuva. Resolvemos esperar para ver no que ia dar e nesse momento eu pensei que rolariam algumas desistências pois a chuva era forte mesmo, mas que nada, todo mundo começou a ser equipar com capas de chuva, sacos plásticos e tudo mais que pudesse proteger um pouco contra a água para enfrentar a estrada até Sorocaba.

Eu como já havia chegado até ali não estava disposto a desistir, então peguei uma capa de chuva, uns sacos plásticos para não encharcar os tênis e assim que a chuva deu uma diminuída resolvemos encarar. Eu já estava me preparando psicologicamente para ir tomando água na cabeça até Sorocaba mas foi só nos distanciarmos mais alguns quilômetros de São Paulo que o tempo foi melhorando e a chuva passou, e apesar de não ter saído nenhum sol, pudemos sentir até um certo mormaço batendo. A chuva até que foi boa para dar uma lavada no acostamento, mas mesmo assim foram 7 pneus furados até Sorocaba pela contagem do pessoal. Mesmo estando com fita anti-furos nos pneus, levei 2 camâras reserva , remendo e estátulas mas ainda bem que não as tive que usar, meus pneus slick apesar de não serem dos melhores foram e voltaram intactos.

A viagem foi seguindo tranqüila, às vezes ia com o pessoal mais na frente, às vezes ficava mais para trás e íamos conversando nas subidas e curtindo as descidas mas com o passar do tempo comecei a aprender algumas coisas sobre a minha bicicleta e sobre a diferença de se pedalar na cidade e na estrada.

O banco da minha bicicleta é bem grande e quando se pedala entre pequenas distãncias, é bem confortável mas na estrada ele começou a me incomodar bastante pois chegou uma hora que demos de frente com uma subida de apenas 12 km de extensão. Não era uma subida muito íngreme mas era constante e parecia infinita. Nesse pedaço sofri bastante, pois como o banco estava me machucando eu acabava pedalando numa posição buscando algum conforto a mais e pisava errado no pedal, fazendo bastante esforço mas não tendo muito rendimento.

Com isso, fui ficando para trás e me preocupando em atrasar o pessoal que estava sumindo na minha frente mas já tinha enfiado na minha cabeça que não ia desistir e que ia seguir no meu ritmo, pois tentar acompanhar os outros que pedalam a mais tempo e também estão mais acostumados seria um erro, correria o risco de acabar a minha viagem por ali...

Comecei a lembrar de alguns perrengues que já passei pegando onda em alguns mares de ressaca,d aqueles que a gente entra e depois se pergunta o que está fazendo ali. Nessas horas o negócio é manter a calma e não querer brigar contra a corrente, e sim poupar energia para aproveitar a melhor oportunidade para sair, com calma e paciência.

Talvez se estivesse fazendo essa viagem sozinho, tivesse dado uma parada para dar um tempo e descansar um pouco mas estava realmente preocupado em não ficar atrasando o resto do pessoal pois apesar de em vários momentos estarmos em grupos mais adiantados e atrasados, sempre se chegava num momento que o pessoal da frente parava para esperar os de trás para não deixar ninguém ficar pelo caminho, ou seja, tinha certeza que em algum momento eles estariam me esperando, só não sabia se estaria putos comigo ou não rs...

Foi quando o André apareceu e começamos a conversar sobre a bike, banco, bermudas de ciclismo e mais uma série de dicas que ele ia dando e que faziam os metros passarem mais rápido e serem menos sofridos para mim. Regula banco, desregula banco mas nessa altura eu já estava bem prejudicado pelo banco com uma dor dos infernos na faixa de gaza, então o André ainda me deu uma rebocada  com um elástico entre as nossas bikes que não acreditei, o cara cheio de bagagem, na subida, pedalando por ele e por mim praticamente, impressionante! Rs. Ainda trocamos de bike, ele pegou a minha e eu a dele e aí vi que a minha bike não é lá essas coisas para se meter nesse tipo de aventura. Com a bike dele comecei a conseguir pedalar melhor e vencer a subida e quando chegamos ao final parecia que eu tinha ganhado na mega sena acumulada.  

O bom é que depois de toda subida vem uma descida, mas é claro que a Lei de Murphy não me proporcionaria uma descida de 12 km igual a subida né ! Mas descendo já estava bom, ainda mais quando no final da descida havia um posto de parada para descansar, comer e beber alguma coisa para repor as energias gastas naquela subida dos infernos!

Nessa descida antes do posto que percebi como a minha bike é amarrada, soltei a bike do André e ela desceu a milhão. Segundo o que ele estava me falando seria legal colocar uns cubos roletados na minha, assim ela anda mais.

Depois dessa parada seguimos para Sorocaba e um pouco antes de chegarmos na cidade havia um grupo de lá nos esperando na estrada para uma recepção super calorosa, pessoal muito legal aquele. Encararam junto com a gente a última subida antes de chegarmos na entrada da cidade, é claro que teria que ter mais uma derradeira subida!

Ao chegar na cidade acessamos a ciclovia e aí ouvi a frase mais engraçada da viagem que até agora não sei quem foi que soltou: “Ciclovia? Como é que usa isso???” apesar de ser uma piada, seria uma pergunta mais do que normal vindo de um paulistano com praticamente zero de ciclovias na cidade.

 Mas realmente a sensação de se pedalar ali, num espaço tranqüilo ao lado do rio, foi maravilhosa, mesmo com alguns erros de projeto na ciclovia, como estreitamentos da ciclovia quando se deveria estreitar o viário dos carros e manter a largura ideal da ciclovia, assim como nos cruzamentos a preferência ser dos carros, parando o fluxo da ciclovia, o que seria facilmente resolvido com uma passagem de nível, como se a ciclovia se tornasse uma lombada, obrigando os carros a diminuir a velocidade antecipadamente e dar a preferência aos ciclistas como versa o Código Nacional de Trânsito.

Como teria que voltar para São Paulo no sábado mesmo, assim como mais alguns companheiros de viagem, aproveitamos a passagem pelos arredores da rodoviária para nos mandarmos para lá e retornarmos a Sampa em tempo de conseguirmos entrar no metrô com as bikes, diminuindo o percurso de volta para casa, e para isso teríamos que passar pelas catracas até 20:00.

Por sorte, logo ao chegarmos havia um ônibus da Cometa de partida e conseguimos comprar as passagens, a R$ 17,00 - e embarcar nele sem problema nenhum para colocar as bikes no bagageiro e sem ter que pagar nenhuma tarifa extra por isso, muito bom.

Às 19:15 estava passando pela catraca do metrô, sem problema nenhum e assim segui até a estação São Judas  a mais próxima de casa, ma saída ainda recebi um boa noite do funcionário do metrô que abriu o portão para eu sair com a bike e fiquei impressionado pois até então tinha escutado vários relatos de cara feia por parte deles aos ciclistas.

Foi a primeira vez que peguei o metrô levando a bicicleta e foi muito legal, realmente é uma ótima opção de integração entres esses modais de transporte, só acho que no vagão em que é permitida a entrada das bikes, deveriam remover aqueles bancos no fundo pois acabamos atrapalhando um pouco as pessoas que tentam entrar e sair pela mesma porta que nós, e se pudéssemos entrar e colocar as bicicletas no fundo do vagão acho que seria mais confortável para todos.

Outra coisa que o metrô poderia fazer é liberar o uso da escada rolante com a bike ou entçao instalar canaletas nas escadas pois ter que subir escadas carregando a bicicleta é um empecilho para muita gente que pode usar o serviço mas que não tem condições de carregar a bike.

Enfim, cheguei em casa tomei um belo de um banho, jantei e caí na cama feliz da vida e cada vez mais animado com o projeto de empreender uma grande viagem de bicicleta pelo litoral do país. Fiz alguns vídeos e assim que colocar no youtube disponibilizo aqui no blog.

Dados finais da viagem:

Distância Percorrida:: 110,25 Km

Tempo de Pedal:: 6:22:03

Velocidade Média:: 17,3 km/h

Velocidade Máxima:: 56,0 km/h 

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Pão-de-Açúcar :: Loja da Al dos Guatás terá paraciclos em 2 semanas

Uns dias atrás fui até o Pão-de-Açúcar aqui perto de casa, na loja que fica na Al dos Guatás x Av Indianópolis, fazer pequenas compras como de costume. Peguei a minha sacola retornável, a bicicleta e segui rumo ao mercado. Chegando lá, mais uma vez tive que deixar a bicicleta amarrada a uma grade que não é nada propícia para tal, pois risca a bike, ao tentar encostá-la ali corre-se o risco de quebrar ou entortar os manetes, enfim não é um lugar específico para isso.

Olhei em volta do estacionamento e vi que os carros tem seus lugares, as motos também e enfim, os cachorros também tem o seu cantinho para esperarem seus donos sairem das compras. Pensei comigo, poxa, só o ciclista que não têm vez aqui no estacionamento?

Fiz as minhas compras, descartei as embalagens que podia no Caixa Verde, que é uma idéia bem legal que eles implantaram lá, e fui pedalando e pensando no caminho de casa que se eles promovem umas ações tão legais como essas das sacolas retornáveis e do caixa verde, por que não incentivar os clientes do bairro a irem de bicicleta fazerem pequenas compras, que são fáceis de transportar na bike, oferecendo um lugar para que as pessoas possam estacionar suas magrelas com segurança e facilidade?

Entrei em contato com eles através do canal "Casa do Cliente", e hoje, tive a grata satisfação de receber uma ligação do do Sr Celso, Gerente da loja Guatás me informando que eles gostaram da sugestão, analisaram a questão e que em duas semanas já teremos um lugar específico para estacionarmos bicicletas lá! Vou acompanhar de perto esse processo e assim que os paraciclos forem instalados lá eu informo aqui pelo blog.

Até o momento fiquei impressionado pela atenção e retorno que me deram sobre o assunto, mas vamos esperar a instalação mesmo para comemorar não é? Até agora, o Pão-de-Açúcar está de parabéns!

Abaixo estou colocando a transcrição da solicitação para quem quiser fazer o mesmo para lojas perto de suas casas e trabalhos, que ainda não tenham paraciclos.

Agradecimentos especiais ao amigo Lindóia, que enviou um documento contendo as leis e informações que ajudaram na elaboração da minha solicitação.


Prezado Sr. Eduardo,

Agradecemos o envio de sua mensagem à Casa do Cliente.

Compreendemos o relatado em sua mensagem e encaminhamos aos cuidados da equipe responsável, a qual dará continuidade ao seu atendimento, retornando-lhe posteriormente.

Queira por gentileza, aguardar um novo contato.

Atenciosamente,

Maria Isabel Sliominas
Casa do Cliente


----- Mensagem Original -----
De: emarquesmkt@uol.com.br
Para: casadocliente@paodeacucar.com.br
Enviada em: 05/09/2008 13:54:47
Assunto: Sobre as outras lojas da rede

Cidade: São Paulo
Estado: SP
Telefone: 011-XXXXXXXX

Olá, estou escrevendo pois sou cliente da loja Guatás e tenho uma reclamação a fazer. Acho muito legal a iniciativa das sacolas retornáveis e do caixa verde, sou usuário de ambos. Dentro dessa linha de responsabilidade sócioambiental, acho que o grupo Pão de Açúcar deveria dar mais atenção também para o estacionamento de bicicletas em suas lojas e promover o uso das mesmas pelos seus clientes.

Ontem fui fazer compras na loja Guatás de bicicleta e levando minha sacola retornável, porém tive que deixar a bicicleta em um local extremamente favorável para ser furtada e totalmente inadequado para seu estacionamento. Gostaria de solicitar a instalação de um paraciclo próximo a entrada da loja, ao lado de onde ficam depositados os carrinhos de compras.

Ali está pintada uma vaga para deficientes, mas não há espaço para um carro nessa demarcação, portanto seria um bom lugar para colocar um estacionamento para os clientes que usam as bicicletas, já que há mais outras vagas para deficientes.

O comportamentos dos funcionários do estacionamento também precisa ser orientado. Bicicleta é um veículo e merece ser tratado como qualquer outro. Na loja da Guatás, onde o estacionamento é pequeno então, acho que mereceria uma atenção especial. Seria legal divulgar para os moradores isso e estimular o seu uso para pequenas compras, eu teria o maior prazer em ajudar nisso.

A bicicleta é um meio de transporte viável e por isso o seu uso deve ser incentivado. A eficiência da bicicleta para percorrer pequenos percursos é empiricamente confirmada e em vários países europeus a bicicleta é usada como importante modal de integração com o transporte público coletivo.

O Código de Trânsito Brasileiro define a bicicleta como "veículo de passageiros de propulsão humana" e confere direitos e deveres ao ciclista.

São Paulo, apesar do atraso inescusável, começa a perceber o potencial da bicicleta como ferramenta importante para a solução de um dos principais problemas da cidade: o trânsito.

A Lei Municipal nº 13.995/05 estabelece a obrigatoriedade da criação de estacionamentos para bicicletas em locais públicos de grande afluxo de pessoas, assim definidos: a) órgãos públicos municipais; b) parques; c) shopping centers; d) supermercados; e) instituições de ensinos públicos e privados; f) agências bancárias; g) igrejas e locais de cultos religiosos;
h) hospitais; i) instalações desportivas; j) museus e outros equipamentos de natureza culturais (teatro, cinemas, casas de cultura, etc.); e k) indústrias.

A Lei Municipal nº 14.266/07 reafirma a obrigatoriedade de criação de estacionamentos para bicicletas em locais de grande fluxo de pessoas, incluindo edifícios públicos em geral e condomínios, e reconhece a bicicleta como "modo de transporte para as atividades do cotidiano", criando o "Sistema Cicloviário do Município de São Paulo".

Há na cidade diversos pontos em que a lei já está sendo cumprida: shoppings centers, faculdades, parques e redes de estacionamento para automóveis. Seria legal se o grupo Pão de Açúcar acompanhasse esse movimento, eu mesmo já usei os paraciclos da loja da Av Ibirapuera, seria interessante expandir isso para todas as lojas e também divulgar no site as lojas que já possuem alguma estrutura ou lugar específico para o estacionamento de bicicletas.

Obrigado pela atenção e me coloco à disposição para conversar sobre esse assunto com vocês e quem sabe ajudar a desenvolver um projeto maior nesse sentido.

Atenciosamente.

Eduardo Grigoletto

Dia Mundial Sem Carro :: Pela mobilidade urbana e melhoria da qualidade do ar

Prepare-se: no próximo dia 22 de setembro você tem um compromisso com a população de São Paulo na luta por uma cidade justa e sustentável!

O Movimento Nossa São Paulo convida a todos para um encontro com candidatos à Prefeitura sobre mobilidade urbana e qualidade de vida na cidade. Também será divulgada a 2ª edição da pesquisa inédita realizada pelo Ibope sobre o tema.

E, logo em seguida, um Ato Público marcará mais uma etapa na luta pela redução da quantidade de enxofre no diesel vendido no país que, só em São Paulo, mata três mil pessoas todos os anos! Representantes de ONGs e movimentos sociais, profissionais da saúde e personalidades terão espaço para se manifestar. A reivindicação é pelo cumprimento integral e inadiável da resolução 315/2002 do Conama, que prevê a comercialização exclusiva em todo o país do diesel com 10 vezes menos enxofre do que o vendido atualmente.

Anote:
22 de setembro
10h às 12h – encontro com candidatos à Prefeitura e apresentação da Pesquisa Ibope
12h às 13h – Ato Público pela melhoria da qualidade do diesel e em defesa da saúde pública.
Local: Teatro Anchieta do Sesc Consolação – Rua Dr. Vila Nova, 245.


VENDER DIESEL COM MAIS DE 50 PPM DE ENXOFRE A PARTIR DE JANEIRO DE 2009 É CRIME!

terça-feira, 9 de setembro de 2008

S.A.C Estapar II :: A Missão

Para quem acompanhou a tentativa de se obter uma listagem de endereços dos estacionamentos da Rede Estapar, que permitem o estacionamento de bicicletas, através de seu S.A.C ,deve estar surpreso com esse novo post, pois eu realmente tinha jogado a toalha e desistido de conseguir tal informação.

Porém, atendendo ao pedido do amigo Willian Cruz, do excelente site Vá de Bike, resolvi proseguir com a cruzada em busca da informação perdida, acompanhem o desfecho abaixo:

----- Original Message -----
From: Eduardo Marques Grigoletto
To: 'Sac'
Sent: Saturday, September 06, 2008 10:02 PM
Subject: RES: Estapar/Riopark

Olá,

Mais uma vez agradeço pela resposta (ou ½), mas na verdade não consigo entender qual a diferença entre se esclarecer uma dúvida por e-mail ou telefone. Se o endereço do SAC está indicado no site da ESTAPAR para que entremos em contato para dúvidas, sugestões e reclamações, e seu eu fiz isso por e-mail, não sei se vocês entenderam que eu gostaria de ter uma resposta por e-mail.

E não é pela ligação para o SAC ser GRATUITA EM CAIXA ALTA, ou mesmo que fosse paga, se eu estou pedindo uma relação de endereços por e-mail é porque talvez seja um tanto quando inconveniente anotar uma relação inteira de endereços pelo telefone concordam? Eu não sei quantos são, se forem 30? Vocês querem que eu anote 30 endereços, é isso?

Por fim, se eu entrei em contato pelo e-mail que está indicado no site, e não tendo achado a tal relação que vocês já dizem que consta lá, custa indicar o link, acho que esse seria o verdadeiro atendimento ao cliente. A menos que isso seja algum tipo de joguinho interativo do site, tipo caça aos endereços.

Por favor...

Eduardo Marques Grigoletto


Resposta ESTAPAR


Bom Dia!

Sr. Eduardo,

Segue os links, com os endereços, que estão disponíveis no site:

http://www.estapar.com.br/noticias.asp?codigo=145
http://www.estapar.com.br/noticias.asp?codigo=9

OBS: Queremos deixar claro que o nosso objetivo é fazer com que o cliente tenha todas as informações disponíveis, uma vez que esta listagem poderá ficar desatualizada daqui algum tempo. Alegamos que continuamos à disposição para atendê-lo e explicarmos passo a passo como que se localiza esta listagem no site, se futuramente houver o interesse.

Atenciosamente,
Sistema Estapar Riopark
Serviço de Atendimento ao Cliente
0800-105560.

Antes que vocês cliquem no link, já aviso que, é claro, mandaram só a lista dos estacionamentos que possuem os tais bicicletários em parceria com a Porto Seguro. Se existem outros estacionamentos Estapar, que aceitam bicicletas apenas para estacionar, sinceramente não sei. Como vocês podem reparar a comunicação com a empresa é um tanto complicada e esse assunto "bicicletas" parece que não interessa nem um pouco à eles, a não ser nos momentos de pegar carona e surfar a onda verde da sustentabilidade.

Por favor, não me façam completar a Trilogia com ESTAPAR III - O Retorno, depois dessa estou achando mais vantagem correr o risco de deixa a bike amarrada em um poste qualquer por aí, tudo para não me aborrecer e emburrecer mais! Até porque, parece o "apoio" deles ao ciclistas não é tão grande assim. E eu com medo da enorme lista!

Ah, quase ia me esquecendo de comentar o fato sobre a desatualização do site...parece brincadeira né?




Dia Mundial Sem Carro :: Vem aí mais um desafio intermodal

Conhecido entre os principais defensores da bicicleta, o Bicicletada - movimento no Brasil e em Portugal no qual ciclistas se juntam para reivindicar seu espaço nas ruas - está com uma programação repleta de atividades durante este mês para celebrar o Dia Mundial Sem Carro, que será comemorado no próximo dia 22.

Com o lema Um carro a menos, o Bicicletada fará, pelo terceiro ano consecutivo, o desafio intermodal no próximo dia 18, que tem o objetivo de comparar os diversos meios de transporte existentes na cidade de São Paulo. "O diferencial deste ano é que obrigaremos a pessoa que fizer o percurso de moto a respeitar rigorosamente as leis de trânsito, não podendo andar nos corredores nem ultrapassar veículos em congestionamentos ou faróis vermelhos", explica André Pasqualini, organizador da ação.

O ponto de partida será a Praça General Gentil Falcão, na altura do número 1.000 da Avenida Luiz Carlos Berrini, no Brooklin, e a chegada será no prédio da Prefeitura de São Paulo, no Viaduto do Chá, região central da cidade. "A saída será às 18h, no horário do rush, pois é a melhor maneira de verificarmos qual veículo é mais rápido, apesar de não ser uma corrida", diz Pasqualini.

Este ano participarão do desafio carro particular, moto, táxi, sete bicicletas, usuário de ônibus, pedestre que usará trem e metrô, usuário de ônibus e metrô e outro que irá a pé. As bicicletas serão conduzidas por homens e mulheres, sendo que duas irão por vias movimentadas, duas por ruas tranqüilas, uma integrando com metrô, uma integrando com ônibus e uma será um eco-táxi (carregando uma pessoa na garupa).

Na opinião de Pasqualini, este ano a bicicleta deve ganhar o desafio, como aconteceu na edição anterior. "Somente em 2006 foi que a moto chegou na frente, pois participaram duas ciclistas femininas e, querendo ou não, elas não tinham tanta força, lembra. "Este ano, com as regras mais rígidas com as motos, a bicicleta deve vencer."

CAMPANHA

Por causa da fraca adesão de instituições, poder público e ONGs do Grande ABC nas edições passadas do Dia Mundial Sem Carro, o Diário resolveu abraçar a causa e lançou a campanha Sabendo Usar Não Vai Parar para celebrar a data. O objetivo é fazer com que as pessoas se mobilizem a deixar o automóvel na garagem no dia 22.


Em Santo André, automóvel perdeu competição em 2006

Em outubro de 2006, Santo André realizou o primeiro desafio intermodal da região. Assim como em São Paulo, a bicicleta ficou à frente do automóvel, perdendo apenas para a moto. No percurso entre a Praça IV Centenário e a caixa d'água da Vila Mariana, em São Paulo, o ciclista levou 46 minutos, apenas seis a mais do que a moto, primeira colocada no quesito velocidade. O carro, tido e vendido como sinônimo de liberdade e velocidade, chegou em 58 minutos ao destino.

A moto, veículo mais rápido, é também o mais poluente e o mais perigoso. Chega a poluir mais do que um ônibus e mata um motociclista por dia nas ruas de São Paulo. Já a bicicleta, veículo não-poluente e saudável, que ainda proporciona bem-estar e integração com a cidade, comprova seu excelente desempenho como meio de transporte.

Fonte::Diário do Grande ABC

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Rio de Janeiro :: Novo sistema de aluguel de bicicletas é apresentado


RIO DE JANEIRO - O protótipo da estação onde funcionará o novo sistema de aluguel de bicicletas, que será implantado no Rio, foi apresentado nesta segunda-feira ao prefeito Cesar Maia pela empresa Serttel. O projeto prevê a implantação, até o final de novembro, das oito estações de Copacabana e, em 15 meses, das outras 42 estações que serão distribuídas por Ipanema e Leblon (7), Lagoa (4), Botafogo e Flamengo (11), Centro (8) e Tijuca (12).
Acordo Ortográfico

As estações, com capacidade para abrigar de dez a 20 bicicletas, funcionarão das 6h às 23h e terão um sistema de auto-atendimento ligado a uma central de controle em tempo real das bicicletas disponibilizadas e recebidas.

Os usuários interessados somente poderão adquirir o passe para o aluguel da bicicleta mediante cadastro via internet e pagamento do valor de R$ 350,00 com cartão de crédito (o valor só será debitado em caso de não devolução do equipamento). A liberação e a devolução do equipamento serão feitas através de aparelho celular.

Novo sistema de aluguel de bicicletas é apresentado ao Prefeito Cesar Maia

As bicicletas poderão ser utilizadas gratuitamente por 30 minutos, podendo o mesmo usuário retirar um novo equipamento após o intervalo de 15 minutos. Caso o tempo-limite de gratuidade seja ultrapassado, será cobrada uma taxa adicional cujo valor ainda está sendo analisada. A devolução poderá ser realizada em qualquer uma das estações.

Para o prefeito Cesar Maia esta é uma forma de incentivar o uso de bicicleta na cidade e uma maneira de amenizar o trânsito. “O trânsito no Rio ainda não é caótico, mas essa medida será fundamental para que daqui a dez anos a população não tenha que conviver com este problema”, disse.

Com o objetivo de aproveitar os 150 km de ciclovias, ciclo-faixas e faixas compartilhadas existentes na cidade, o projeto possibilita ainda a integração com transportes modais, já que boa parte das estações ficará próxima a estações de metrô.

Fonte::Último Segundo

Santo André :: Aumento na demanda incentiva construção de bicicletários

O aumento na demanda por vagas de estacionamento para bicicletas incentivou a Prefeitura de Santo André a construir dois bicicletários no Centro da cidade. Os espaços devem ser entregues à população dentro de 30 dias e oferecerão mais de 200 lugares para que os ciclistas guardem seus veículos com segurança.

No entanto, a falta de informação sobre a construção desses espaços causa transtornos a alguns munícipes, que estão, ainda que momentaneamente, sem um lugar seguro para estacionar suas bicicletas.

O agente administrativo Thiago Luiz Laurindo, 24 anos, costumava prender a sua bicicleta em uma barra de ferro no estacionamento de motos do Paço municipal. Na última segunda-feira (1º), ele foi impedido de estacioná-la no local e orientado a colocá-lo no bicicletário na rua Delfim Moreira. "Pensei que minha cidade estava finalmente valorizando o ciclista. Tive uma surpresa ao chegar ao local e me deparar com um grupo de jovens fumando maconha", conta.

Mesmo a contragosto, Laurindo teve de deixar sua bicicleta no local e seguir para o trabalho, em Diadema, de trólebus. "Não teria tempo hábil de voltar para casa para guardar minha bicicleta. Mas agora não confio mais e preciso pegar duas conduções para ir ao trabalho", afirma.

De acordo com o diretor de Departamento de Parques e Áreas Verdes de Santo André, Vitor Mazzeti Filho, o bicicletário na Delfim Moreira ainda não está pronto e, portanto, o agente administrativo recebeu uma orientação equivocada quanto ao uso do espaço. "Trata-se de uma área pública que fica sobre um córrego. Estamos preparando uma instalação adequada, que contará com a fiscalização de um GCM (Guarda Civil Metropolitano)", afirma.

O diretor estima que o local ficará pronto até o final de setembro e, em seguida, deverá ser inaugurado pela Prefeitura de Santo André. Esse é o mesmo prazo de entrega do bicicletário que será construído dentro do Paço Municipal, de acordo com o diretor de Apoio Administrativo do município, José Roberto Garcia. "Antes, as bicicletas ficavam no mesmo espaço das motos, prejudicando o trânsito e a passagem dos pedestres. Quando ficar pronto, o bicicletário será maior e os munícipes poderão travar suas bicicletas", explica.

Fonte::Diário do Grande ABC

Bicicleta em SP :: Uso diário dobrou em 10 anos

As viagens diárias de bicicleta mais que dobraram em dez anos, segundo os dados da nova pesquisa OD (origem/destino) divulgados ontem pelo Metrô. Em 2007, 345 mil viagens por dia eram feitas de bicicleta, contra 160 mil em 1997.

O dado leva em conta as viagens em que a bicicleta é o meio de transporte principal. Os dados sobre o uso da bicicleta junto com outros meios, como o carro, em uma mesma viagem, só estarão disponíveis na pesquisa completa.

"Esse resultado confirma uma percepção que já é nítida nas ruas, de que as pessoas estão usando mais a bicicleta. Isso é muito visível em bairros da periferia", afirma o cicloativista André Pasqualini, que participa das "bicicletadas", passeios semanais que costumam reunir mais de cem ciclistas.

Apesar do crescimento, o percentual de viagens de bicicleta ainda é tímido, 0,78% do total (era 0,52% em 1997). A grande parte das 12,6 milhões de viagens diárias não-motorizadas é feita a pé.

Engana-se quem pensa que a bicicleta é usada somente por esportistas --71% dos ciclistas usam a bicicleta para ir ao trabalho, enquanto só 4% dizem usar para lazer. A pesquisa mostra ainda que um terço das famílias têm ao menos uma bicicleta em casa, dado que não era pesquisado anteriormente.

Segundo o secretário dos Transportes Metropolitanos, José Luiz Portela, a pesquisa mostra que a falta de ciclovias na região metropolitana é apenas o sexto item na lista de problema dos ciclistas. O que tira o sono deles, segundo o secretário, é a falta de lugar para estacionar. Só 13% dos ciclistas estaciona em bicicletários, enquanto 82% guarda a bicicleta em casa ou em locais privados.

Segundo Portela, a secretaria irá priorizar o investimento em infra-estrutura para os ciclistas. Uma ciclovia de 12,2 km na Radial Leste deve ser inaugurada ainda neste ano, e um projeto de ciclovia na linha 12-esmeralda (Grajaú-Osasco) está em estudo pela pasta.

Há um ano e meio, a capital paulista aprovou uma lei que criou o sistema cicloviário municipal. Mas o Pró-ciclista, órgão da prefeitura responsável pela política de melhoramentos cicloviários, que possui um fundo de R$ 11,8 milhões para investir, não usa o dinheiro porque não tem autonomia para licitar e executar obras.

Viagens a pé

Todos os dias, 12,3 milhões de viagens são feitas a pé na região metropolitana, segundo a pesquisa. Porém esse tipo de deslocamento, que em 1997 representava 34,4% do total, caiu para 32,9% em 2007. Em valores absolutos, porém, o número cresceu 13,8%, pouco menos que o crescimento do total de habitantes (15%).

Segundo o secretário Portela, o dado corrobora o argumento de que o crescimento da demanda pelo transporte coletivo está ligado principalmente ao aumento do poder aquisitivo da população na RMSP.

A pesquisa mostrou ainda que a quantidade média de carros por família se manteve: 50% não têm carro, 38% têm um e 12% têm dois automóveis. "Isso mostra que essa história de que as pessoas compraram um segundo carro para fugir do rodízio é lenda urbana", declarou o secretário Portela.

Fonte::Folha de S.Paulo

sábado, 6 de setembro de 2008

Vídeo :: Trânsito na Avenida Paulista



Ontem, dia o5, fui até a Pça do Ciclista conferir mais uma bicicletada comemorativa do mês em que acontece o Dia Mundial Sem Carro. Em setembro, ao contrário dos outros meses em que a bicicletada acontece toda última sexta-feira do mês, teremos bicicletadas em todas as sextas-feiras.

O vídeo acima mostra a chegada pela Avenida Paulista. Será que é realmente uma insanidade querer se locomover de bicicleta por São Paulo? Reparem quantos carros ficaram para trás enquanto eu pedalava num ritmo super tranquilo, sem qualquer esforço.

Infelizmente dessa vez tive que me retirar mais cedo do passeio pela cidade e aproveitei que a massa passou por perto da minha casa para seguir meu caminho sozinho, na próxima vou tentar fazer mais vídeos e fotos.

Para quem não é de Sampa, dá para se ter uma idéia do caos em que se encontra o trânsito de nossa cidade.

Alguém tem coragem de contar quantos carros foram ultrapassados?

Abraços aos que pedalam por uma cidade mais justa e humana!





sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Vídeo :: Facto Delafé



Confiram acima o vídeo enviado pelo Horácio, leitor do Blog. É impressionante o equilíbrio que o cantor tem sobre a bicicleta. Eis a questão: será que ele tem o tal GyroBike na bicicleta dele (me parece uma Dahon) ou isso é puro equilíbrio mesmo?

O que vocês acham?

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

GyroBike :: Quase impossível de cair com ele na sua bike



Ainda precisa do capacete, mas as chances de efetivamente usá-lo vão diminuir muito. O GyroBike é um acessório para bicicleta que aumenta o equilíbrio da roda e não deixa a bike cair quando estiver andando devagar. Só não evita queda quando a bicicleta parar. Confira como funciona no vídeo acima!

Serviço de Atendimento ao Cliente :: Haja S.A.C.o!

Em tempos onde se prega que qualidade em produtos e serviços não é mais diferencial algum, e sim uma obrigação, e que o atendimento e relacionamento com os clientes são cada vez mais fundamentais dentro de qualquer empresa, nos deparamos com situações realmente inacreditáveis.

Estou escrevendo sobre isso pois estava lendo algumas mensagens sobre a questão de estacionamentos para bicicletas na lista da Bicicletada-SP e começaram a rolar alguns e-mails falando sobre a ESTAPAR, que é a empresa que em parceria com a seguradora Porto Seguro, disponibiliza alguns bicicletários com aluguel de bicicletas e vagas.

Esses e-mails comentavam como são poucos os pontos de atendimento, onde tanto os clientes da Porto Seguro, como também os não clientes, podem estacionar suas magrelas, seja pela convênio ou pagando pelo serviço. Levantou-se então a questão do tão falado "greenwash" e a idéia de incentivar as pessoas a enviarem e-mails para a ESTAPAR solicitando um apoio mais sólido da empresa com relação aos endereços que permitem o estacionamento de bicicletas.

Achei a idéia interessante, afinal ou se faz direito ou não faz né? Mas antes de mandar e-mail cobrando, fui ao site deles procurar os endereços de onde as magrelas são bem-vindas. Vasculhei o site e não achei nada, mas acabei encontrando um link sober a ação da ESTAPAR no dia Dia Mundial Sem Carro, e lá, no final da matéria dizia assim:

Para saber os endereços e horários de funcionamento dos estacionamentos que contarão com o Bicicletário Estapar no dia 22 de setembro de 2007, entre em contato com o SAC Estapar:
0800 10 5560
sac@estapar.com.br

Então pensei, bom, já que têm um e-mail do SAC que informa esses endereços da ação do DMSC, eles podem me enviar uma relação dos endereços dos estacionamentos que funcionam durante o ano todo, afinal minha idéia era ver a localização dos mesmos, como estão distribuídos pela cidade e no meu e-mail fazer algumas sugestões, baseadas na tal relação.

Acompanhe a seguir o magnífico trabalho do SAC da ESTAPAR:

----- Original Message -----
From: Eduardo Marques Grigoletto
To: sac@estapar.com.br
Sent: Wednesday, September 03, 2008 5:20 PM
Subject: Onde estacionar bicicletas

Olá.

Gostaria de saber a relação dos estacionamentos Estapar em São Paulo que aceitam bicicletas.

Obrigado.

Eduardo Marques Grigoletto


De: Juliana [mailto:sac@estapar.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 3 de setembro de 2008 17:44
Para: Eduardo Marques Grigoletto
Assunto: Estapar/Riopark


Boa tarde;

Sr. Eduardo;
Agradecemos seu e mail.
Para informações sobre os estacionamentos, favor entrar com a nossa Central de Atendimento pelo telefone 0800-105560 de Segunda à Sexta feira das 7:00hs às 22:00 hs e aos Sábados das 8:00 hs às 14:00 hs.

Atenciosamente

Sistema Estapar Riopark
Serviço de Atendimento ao Cliente

----- Original Message -----
From: Eduardo Marques Grigoletto
To: 'Juliana'
Sent: Thursday, September 04, 2008 12:11 AM
Subject: RES: Estapar/Riopark

Só por curiosidade? Para quê serve esse SAC então?

att

Eduardo Marques Grigoletto

Bom Dia!

Sr. Eduardo,

O (SAC) – é um Serviço de Atendimento ao Cliente, que registra reclamações, elogios e principalmente para esclarecer algumas dúvidas através das informações que são passadas quando o cliente liga diretamente no departamento, no número já mencionado anteriormente (0800-105560 / ligação GRATUITA), para que não haja dúvidas e desentendimentos.
No entanto, informo-lhe que a listagem de estacionamentos da Estapar que aceitam bicicletas está disponível no site da empresa.

Site: www.estapar.com.br

Atenciosamente;
Sistema Estapar Riopark

Enfim, eu ainda continuo sem saber os endereços, podem até estar no site mesmo e eu não ter achado, daí pergunto, custa indicar o link onde eles estão relacionados? Se eu enviei a dúvida por e-mail, será que não é porque estou querendo receber a resposta por e-mail? Suponhamos que a relação de estacionamentos tenha 50 endereços (não sei ao certo o número exato pois o SAC não me informou), a mocinha do SAC espera que eu pelo telefone anote todos eles?

Ainda fiquei me perguntando, se eles querem que o contato seja pelo telefone, porque divulgam o e-mail?

Não é incrível que uma empresa pague alguém para fazer isso?

Haja S.A.C.o!